Seleção

Argentina goleia Burkina Faso por 7 a 0 e prepara despedida de Messi contra Benin

Sem Messi em campo, time de Scaloni atropela os africanos no Monumental; o camisa 10 se despede da seleção na terça-feira.

Lautaro Martínez comemora gol pela Argentina contra o Peru na Copa América de 2024. Foto: Sebas / Wikimedia Commons · CC BY 3.0

A Argentina goleou Burkina Faso por 7 a 0 na noite deste sábado (3), no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, em amistoso da data Fifa. Lionel Messi não entrou em campo: o camisa 10 está reservado para o próximo compromisso, contra Benin, na terça-feira (6), também no Monumental, jogo marcado como a despedida do craque da seleção argentina.

Mesmo sem seu maior ídolo, o time de Lionel Scaloni resolveu a partida cedo. Logo nos primeiros minutos, o lateral Agustín Giay invadiu a área e foi derrubado por Moumouni Diallo. Lautaro Martínez cobrou o pênalti e abriu o placar.

Os gols de Argentina x Burkina Faso

A partir daí, a diferença técnica ficou evidente. Gianluca Prestianni e Nico Paz marcaram no primeiro tempo, e Julián Álvarez também balançou a rede. No segundo tempo, Franco Mastantuono deixou sua marca, e Giuliano Simeone fechou a goleada já nos acréscimos. Do outro lado, Emiliano “Dibu” Martínez pouco foi exigido, mas garantiu a meta invicta quando precisou aparecer.

Scaloni aproveitou o jogo para rodar o elenco e testar nomes da nova geração. Nicolás González, Exequiel Palacios, Valentín Barco e Santiago Castro entraram ao longo da partida. Prestianni, Paz, Mastantuono e Simeone, todos jovens, marcaram, num sinal claro da renovação que a seleção começa a fazer depois da Copa do Mundo de 2026.

Despedida de Messi contra Benin

O grande assunto da semana na Argentina, porém, é o jogo de terça. O amistoso contra Benin, que encerra a data Fifa, será a despedida de Messi da seleção, segundo a imprensa argentina. A expectativa é de Monumental lotado para homenagear o capitão campeão do mundo em 2022, maior artilheiro e jogador com mais partidas da história da seleção.

Para o torcedor brasileiro, a despedida também marca o fim de uma era na maior rivalidade do continente: por quase duas décadas, Messi foi o principal nome dos clássicos contra o Brasil.