A Seleção Brasileira deve entrar em campo com outra cara no segundo amistoso contra a Austrália. No treino mais recente, no Ballymore Stadium, em Brisbane, Carlo Ancelotti voltou a montar o time titular com sete mudanças em relação ao que empatou por 1 a 1 na última sexta-feira, em Townsville, segundo o ge. A grande novidade é Raphinha como centroavante, em um desenho de 4-3-3.
Entre os titulares, treinaram Otávio; Vanderson, Jair, Gabriel Magalhães e Mauro Júnior; Danilo, Bruno Guimarães e Gabriel Bontempo; Rayan, Raphinha e Vini Júnior. O trabalho coletivo teve boa parte do tempo dedicada à pressão alta na saída de bola adversária.
O que muda em relação ao empate
Na sexta, o Brasil começou no 4-2-3-1 com Hugo Souza; Matheuzinho, Marquinhos, Vitor Reis e Douglas Santos; Bruno Guimarães e Danilo; Estêvão, Raphinha e Vini Júnior; Endrick no comando do ataque. Dessa formação, apenas Bruno Guimarães, Danilo, Raphinha e Vini Júnior seguem no time ensaiado. As trocas vão do gol, com Otávio no lugar de Hugo Souza, até o ataque, em que Raphinha deixa o lado do campo para ser a referência.
O jogo em Townsville foi decidido no fim. Nestory Irankunda abriu o placar para os australianos em cobrança de falta, aos 23 minutos do segundo tempo, e Rayan, que começou no banco, empatou de cabeça já nos acréscimos, depois de escanteio batido por Raphinha. Autor do gol que evitou a derrota, o atacante aparece agora entre os titulares.
Os reservas foram organizados em um 3-5-2 com Hugo Souza; Vitor Reis, Marquinhos e Arthur Dias; Matheuzinho, Estêvão, Andrey Santos, Douglas Luiz e Douglas Santos; Samuel Lino e Endrick. Martinelli, Bidon e Pedro ficaram fora da atividade por rodízio.
Agenda da Seleção
Brasil e Austrália voltam a se enfrentar nesta terça-feira (29), às 7h (de Brasília), no Estádio de Brisbane. Na quinta, a delegação viaja para Calcutá, onde encara a Índia no sábado, 3 de outubro, no último compromisso desta Data Fifa.
Os dois amistosos na Oceania e o jogo na Índia são os primeiros testes da Seleção depois da Copa do Mundo de 2026. Com tantas mudanças de uma partida para outra, Ancelotti usa a sequência para observar alternativas, e a posição de goleiro segue em aberto, com revezamento entre os nomes convocados. O resultado de terça também serve de resposta ao tropeço de sexta, quando o Brasil só escapou da derrota no último lance.